Como funciona

Freight as a Service: gestão de transporte sem o peso dos ativos.

Desconstruímos o modelo da transportadora tradicional, com frota, manutenção e margem embutidas na tarifa, para focar no que gera resultado: entrega no prazo, SLA cumprido, custo aberto e tecnologia no centro da operação.

O modelo

Três decisões que explicam por que somos mais eficientes.

01. Asset light

Sem o peso de frota própria.

Não carregamos depreciação, manutenção, pátio ocioso nem frota parada na sua tarifa. Trabalhamos com capacidade sob demanda, atraída e homologada continuamente, para que você pague pela tração que realmente usa.

02. Tecnologia antes da roda girar

Entendemos o mercado e investimos em infraestrutura.

Antes de transportar, estudamos a malha, as rotas, as janelas e os custos do seu setor. A tecnologia proprietária, a torre de controle e o gerenciamento de risco são construídos primeiro. O transporte é a consequência.

03. Custo aberto

Transparência e sem bitributação.

Cada linha de custo é apresentada separadamente: tração, seguro e gerenciamento de risco a preço de custo, e a gestão faturada à parte. Assim o imposto não incide sobre margem comercial e estrutura embutidas no frete.

Comparação

Transportadora tradicional x modelo Interport

A diferença não está apenas na tarifa. Está em como o custo é estruturado, tributado e controlado ao longo da cadeia.

Estrutura
Frota própria, manutenção, pátio e depreciação embutidos na tarifa.
Asset light: capacidade contratada conforme a demanda real da malha.
Formação de preço
Planilha global fechada, com margem comercial e custos fixos diluídos.
Custo desagregado: tração, seguro + GR e taxa de gestão apresentados linha a linha.
Tributação
Incidência sobre o valor total do CT-e unificado, inclusive sobre o que não é tração.
Componentes separados, reduzindo o efeito cascata de imposto sobre imposto.
Tecnologia
Rastreamento básico e informação fragmentada entre áreas.
Plataforma proprietária, torre de controle 24/7 e dados em tempo real para o embarcador.
Capacidade
Limitada ao tamanho da frota e à disponibilidade do momento.
Escala fluida com atração e homologação contínua de motoristas parceiros.
Risco
Gestão terceirizada e acionada quando o problema já aconteceu.
Gerenciadora própria homologada, atuando junto ao monitoramento e à seguradora.
SLA
Indicador genérico, igual para todos os contratos.
SLA desenhado sobre os indicadores críticos do cliente: OTD, janela, avaria e lead time.
Custo aberto

O custo invisível da bitributação.

Na contratação convencional, margem comercial, despesas fixas e depreciação entram em uma planilha única, e o imposto incide sobre o valor total do CT-e, inclusive sobre componentes que não representam tração. O custo cresce sem que a operação melhore.

No modelo Interport, cada componente é apresentado e faturado de forma separada, o que evita esse efeito cascata e deixa o embarcador enxergar exatamente o que está pagando.

Tração direta (TAC)

Liquidação direta do custo real do motorista, com tratamento fiscal conforme o regime aplicável.

Seguro + gerenciamento de risco

Repasse limpo, a preço de custo, sem margens acessórias embutidas no frete.

Gestão Interport

Agenciamento faturado separadamente, isolando o serviço de gestão dos demais componentes.

Estrutura ilustrativa. Premissas fiscais, enquadramento e crédito presumido dependem do caso concreto e devem ser validados por assessoria especializada antes da contratação.

Cenário comparativo

Performance que aparece no caixa.

Simulação para uma operação base de R$ 500.000,00 mensais em fretes de lotação, comparando o desembolso em uma transportadora convencional e no modelo FaaS da Interport.

Transportadora convencional

R$ 500.000,00

Faturamento bruto da nota

R$ 453.750,00

Custo efetivo pós-créditos

Modelo FaaS Interport

R$ 357.150,51

Desembolso bruto total

R$ 327.103,13

Custo efetivo pós-créditos

31,01%

de redução imediata no fluxo de desembolso de caixa

30,60%

de economia refletida no lucro líquido mensal

Cenário ilustrativo baseado nas premissas do modelo de negócio. Os valores variam conforme rota, volume, perfil de carga e enquadramento fiscal, e devem ser auditados antes da contratação.

A jornada

Do diagnóstico da malha à gestão contínua.

  1. 01

    Diagnóstico de malha

    Mapeamos rotas, volumes recorrentes, janelas, perfil de carga e os indicadores que a sua operação precisa cumprir.

  2. 02

    Engenharia de custo

    Separamos as linhas de custo, desenhamos a composição adequada e apresentamos a proposta com cada componente aberto.

  3. 03

    Homologação da capacidade

    Treinamento do motorista, checklist de veículo e validação documental perante ANTT, gerenciadoras e seguradoras antes da primeira viagem.

  4. 04

    Execução monitorada

    Torre de controle 24/7, rastreabilidade redundante e resposta a exceções acompanhando cada etapa da viagem.

  5. 05

    Gestão contínua

    Indicadores de performance, custo e risco consolidados e disponibilizados para a gestão do cliente.

Onde aplicamos

Modalidades estruturadas dentro do modelo.

Middle mile

Transferências entre centros de distribuição, hubs e sortation, com cumprimento rigoroso de janela.

Linehaul

Rotas recorrentes de longa distância e alto volume, com foco em regularidade e previsibilidade.

Operações dedicadas

Veículo especificado, equipe sob padrão operacional do cliente e SLA personalizado por contrato.

Segurança e conformidade

Um modelo estruturado, não improvisado.

Lei nº 11.442/2007. Base jurídica para a contratação de transportador autônomo de cargas, observadas as condições e responsabilidades previstas em lei.

Reforma tributária, art. 169. Premissa de crédito presumido de IBS/CBS na contratação de terceiros não contribuintes, conforme o enquadramento aplicável.

Mitigação de riscos. Governança de BPO, documentação, homologação e segregação de responsabilidades para reduzir a exposição operacional do embarcador.

Proteção embarcada. Torre de controle 24/7, telemetria redundante e gestão ativa de risco integrada à seguradora e ao plano de gerenciamento de risco.

Conteúdo jurídico-tributário informativo. Deve ser revisado por assessoria especializada à luz da operação, dos contratos e da legislação vigente.

O que o cliente ganha

Benefícios diretos do modelo

  • Custo por rota conhecido antes de operar
  • Previsibilidade de capacidade em picos de demanda
  • Informação em tempo real, sem depender de ligação
  • Risco gerido por central própria homologada
  • Documentação e conformidade validadas antes da coleta
  • Indicadores de performance e custo em um só lugar
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Próximo passo

Vamos desenhar a sua operação?

Compartilhe suas rotas principais, volumes recorrentes e requisitos de SLA. Estruturamos o diagnóstico de malha e apresentamos a proposta com cada linha de custo aberta.

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